Refúgio


01/12/2005


Bem, por hoje é só!!!!!!!!!!!!!!!
Quero pedir mil desculpas pelo fato de que os trechos fiquem cada vez maiores, mas é que preciso conseguir chegar a uma parte interessante antes de interrompe- lo!!! Espero que não se torne cansativo para vocês!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Ótimo fim de semana para todos, e saibam que volto daqui a alguns poucos dias!!!!!!!!!!

Beijos saborosos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Escrito por Águia_misteriosa(eternamente) às 02h06
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Rosas Vermelhas Na Penumbra

Rosas vermelhas... belas, mas cruéis,

terríveis como sangue derramado no escuro,

exatamente como minha Lúcia pode ser!!!

FOTO BY ÁGUIA MISTERIOSA( ETERNAMENTE)

 

 

Escrito por Águia_misteriosa(eternamente) às 01h54
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Lúcia insistiu em andar sob o sol durante alguns dias, mas era óbvio que aquilo lhe causava muita dor, sem contar que ela estava usando preto dos pés à cabeça e isso chamava muita atenção sobre nós.

Então, passamos a descansar durante o dia; ela descansava, literalmente, e eu pirava presa num quarto, olhando para minha amiga, pálida e inerte na cama, respirando muito levemente e sei lá como.

Eu acabava dormindo de tanto tédio, e ,de vez em quando, me sentava de frente para ela e a olhava longamente em seu sono de morta- viva.

" Minha cara, eu me repetia todas as vezes, olhe bem para isso, poucos, poucos mesmo, fizeram isso, em séculos, e viveram para contar depois!"

A primeira grande coisa que fizemos foi sacar dinheiro no banco, ou melhor, saquear o banco. Tudo foi muito simples, Lúcia tinha algumas habilidades, agora, e as usou com maestria.

Era de noite, como sempre, e nós paramos em frente do banco, Lúcia entabulou uma conversa com o guarda e, depois, com a força sobrenatural de todos os vampiros, bateu- lhe a nuca na parede, desarcordando- o.

Ela abriu a porta com as chaves dele e trabsformando- se em neblina, esgueirou- se para dentro. Desativou as defesas do lugar e pôs os outros seguranças fora do ar à semelhança do primeiro.

Deslizando pela fresta sob a porta do cofre, passou- me muitas notas de dinheiro que guardei em minha bolsa. Feito isso, patrimos, muito calmas, para longe dali. Como num sonho roubaramos o banco e tudo terminara bem, sobrenaturalmente bem.

Na manhã seguinte, Lúcia deitara- se para descansar e recuperar energias e eu abri o jornal; a primeira manchete tratava do roubo do século: um banco havia sido furtado e não havia sequer cheiro dos assaltantes.

Li isso para ela e seu rosto se torceu num sorriso zombeiteiro:

__ É, minha cara, "ossos" do ofício! Quando eu for novamente humana terei de me lembrar que não posso mais invadir bancos e levar coisas que não me pertencem. Uma peninha!

Virou- se de bruços e caiu num sono pesado.

A segundo coisa realmente interessante naqueles dias foi minha presença observadora em uma de suas caçadas. Sim, eu vi tudo com meus próprios olhos e vou relatar aqui.

Certa noite, quando Lúcia disse- me iria procurar sua vítima para o jantar( não é muito gracioso dizer isso, né?), manifestei meu desejo de acompanha- la.

__ Você não apreciar meus hábitos noturnos, querida!- ela sorriu com malícia, doçura e pesar, piscando um olho em seguida.

__ Entretanto, é o que quero!- afirmei com veemência.

__ Então, venha, não pretendo dissuadi- la, você sabe!- e deu de ombros.

Eu segui seu vulto negro até as proximidades de uma "boîte", porque Lúcia precisava ficar próxima a grandes aglomerações de pessoas. Uma vez ali, nos ocultamos nas sombras à alguma distância da saída do estabelecimento.

Quinze, vinte minutos se escoaram com uma lentidão agressiva e só me mantive calma porque olhei para Lúcia, com sua silhueta completamente imóvel e seu semblante sereno, fechado, absorto e pensei nos minutos longos que se abriam frente à ela pela eternidade como um campo vazio e coberto de neve.

Então, repentinamente, as portas se abriram e uma imensa leva de gente saiu; Lúcia pô- se a observar com cuidado e olhos muito verdes, depois apontou- me um moço alto que vinha em nossa direção e preparou- se para ataca- lo.

Eu, por minha vez, colei- me o máximo que pude à parede tentando misturar- me às sombras e prendi a respiração. Quando o moço passou, ela saltou- lhe sobre as costas e cravou os dentes em seu pescoço, desvairada, provocada pela visão de refeição.

Curvei- me para a frente afim de ver melhor, mas quando pude, ela deixou- o cair molemente na calçada e virou- se para mim. Ah, Deus, gostaria de jamais ter visto o que vi, porque até hoje repriso a cena em meus pesadelos.

 

 

Escrito por Águia_misteriosa(eternamente) às 01h02
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30/11/2005


Boa noite, senhores e senhoras( muito mais senhoras que senhores!!!!!!!!!!!!!)?

Adoraria poder manter minha palavra de contar- lhes trechos de minha história uma vez por semena, mas meu interesse em que ela chegue ao fim é grande demais!!!Primeira razão: quero que vejam logo o momento em que ela chegue ao fim, pois será um momento interessante!

Segunda razão: minhas costas doem demais quando fico aqui sentada para escreve- la!!!!!!!!

Então, aí vai um capítulo de meio de semana!!!!!!!!!

Escrito por Águia_misteriosa(eternamente) às 00h51
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27/11/2005


Escrito por Águia_misteriosa(eternamente) às 00h25
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Logo vi que não viera conversar, mas desejava algo mais. Sem rodeios, apressada e de forma urgente, disse:

__Vou partir, vim me despedir para o caso de jamais voltarmos a nos ver.

Ela se precipitou para a janela, mas eu a fechei antes e Lúcia se voltou para mim.

__ Aonde vai?- perguntei.

__ Tenho me esforçado muito para ser uma boa vampira, sabe, mas alguma coisa está dando errado. Quando bebo sangue, o prazer que sinto não se compara ao ódio que cresce em meu peito, tampouco ao nojo que me vem a boca e sacode todo meu corpo.- ela contou com pesar.

__ Quando penso em minha mãe meus olhos se enchem de lágrimas, quando recordo o sol subindo no céu e dourando os telhados, quase desejo poder ve -lo.

Sorri em minha inocência e quis comemorar:

__Isto quer dizer que sua humanidade não abandonou após a contaminação. Não é bom?!

Sua expressão era tão terrível que me gelou o sangue quando sibilou pelo meio daqueles dentes crescidos:

__ Ah, claro, e eu estou louca para passar a eternidade bebendo sangue à noite e me castigando durante o dia, claro, claro!!!

E em seguida, sorrindo um pouco para acalmar meu próprio espírito, ela completou:

__ Sabe, acho que não seria legal! Então, meu plano é: se a lenda estiver certa, quando Drácula for destruído e a estaca estiver bem cravada em seu coração, todos seus "filhos", aqueles que ele contaminou, e aqueles contaminados por esses últimos estarão livres da maldição.

__ É verdade que a maioria vai virar pó, pois estão semi- mortos há muito tempo, mas eu tenho chances, certo?!

__ Espera aí, deixa ver se entendi, você pretende perseguir Drácula, o mestre de todos os vampiros, e cravar- lhe a estaca, pessoalmente?- perguntei, num misto de incredulidade e surpresa, meu queixo ameaçando cair das articulações mandibulares.

Lúcia não me respondeu, mas o sorriso aberto e franco com todos os dentes brilhando ao luar, acompanhado de um piscar de olhos me fez crer que, ou eu acertara na mosca ou ela ficara maluquinha da noite para o dia.

__ Exato!- sua voz veio confirmar a primeira hipótese. - A vida de vampiro é boa apenas enquanto está nos livros.

__ Agora, deixe- me ir, por favor!- Lúcia me pediu.

Naquela noite não pude supor e ainda hoje não suponho que sentimentos agiram sobre mim naquele instante, mas o fato é que lhe pedi cinco minutos para me preparar; eu iria com ela, iria caçar aquele tremendo vampiro.

Enquanto eu juntei alguns mantimentos esparsos, uma troca de roupa e alguma comida, lhe perguntei com fins realmente práticos:

__ E como pretende saber onde ele está?

__ Bem, isso pode até ser fácil, sabe! Há ataques suspeitos acontecendo nos arredores e nas cidades vizinhas, sem contar que eu sinto sua presença e proximidade, às vezes!

Ao dizer isso, ela levou uma das mãos ao pescoço e a apertou, misteriosamente, sobre a mal cicatrizada ferida, engolindo com alguma dificuldade.

Depois, continuou:

__ Se eu pensar bastante nele creio que posso atraí -lo e tenho lutado muito contra uma certa tendência de te- lo a meu lado. Tem noites em que anseio por sua vinda, compreende? Mesmo no escuro pude ver que era muito bonito!

Seu sorriso surgiu enviesado, mas não sei se foi a perplexidade em meu rosto que o apagou tão rapidamente. Nervosa, ela se virou para a janela e cruzou os braços. Após um segundo ou dois, durante os quais ela mordeu os lábios um pouco freneticamente, me perguntou se eu já estava pronta.

Jogando minha sacola sobre o ombro eu assenti afirmativamente e senti minha perplexidade se converter em ódio. Foi a primeira vez que senti aquilo em relação à ela; a primeira e última.

Parti ou devo dizer partimos, e de repente me vi cair no mundo real, complexo e tenebroso. Descobri, também, que caminhar pelas cidades junto duma vampira era muito complicado.

Escrito por Águia_misteriosa(eternamente) às 22h18
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Boa noite, senhores e senhoras!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Espero que a semana tenha sido boa!!!!!!!!!A minha foi e agora estou de férias, muta paz e felicidades!!!!!!!!!!!!

Vamos ao próximo capítulo de minha história??????????????????????????????

Espero que estejam gostando, é a primeira que realmente dá certo, sabem!!!!!!!!!!!!!!

Passemos à ela!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Hoje estou ouvindo "Crying in the rain" do A- Ha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Escrito por Águia_misteriosa(eternamente) às 22h08
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